
A família de Arlete Santos, que morreu de Covid-19 no Hospital Espanhol, em Salvador, informou nesta sexta-feira (5) que o exame de reconhecimento de impressão digital confirmou que o corpo enterrado por engano, por outra família, era o de Arlete.
Os parentes da mulher ainda precisam fazer o reconhecimento presencial, previsto para esta sexta.
O sofrimento da família de Arlete começou na terça-feira (2), depois que eles foram informados da morte de Arlete e estiveram no hospital. No local, eles identificaram que o corpo era de outra mulher.
A família registrou o caso na delegacia na quarta-feira (3), depois de ter procurado pelo corpo da mulher na unidade médica e não ter encontrado.
De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado na delegacia da Barra, que instaurou um inquérito para investigar a situação. Os familiares da paciente prestaram depoimento e outros envolvidos também foram ouvidos pela polícia.
Já havia a suspeita por parte da família de que o corpo de Arlete tivesse sido enterrado por engano. O sepultamento de Arlete, feito por outra família, foi realizado no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.
A exumação do corpo foi autorizada pela Justiça depois que a família descobriu que o corpo entregue não era o de Arlete, e realizado na última quinta-feira (4).
G1