
Um funcionário de Leandro Silva Troesch, que foi encontrado morto dentro da própria pousada de luxo, no município de Jaguaripe, no baixo sul da Bahia, foi assassinado a tiros no mesmo dia em que prestaria depoimento sobre a morte do patrão. A vítima foi encontrada morta no domingo (6), no distrito de Camassandi, no mesmo município.
Ao g1, o delegado Rafael Magalhães, responsável pelo caso, detalhou que a vítima, identificada inicialmente como Marcel, era amigo e considerado o “braço direito” do empresário Leandro Silva Troesch. Marcel chegou a ser ouvido pela polícia após a morte de Leandro, mas seria ouvido mais uma vez no domingo.
“Ele era considerado uma testemunha chave da morte do Leandro, pela proximidade que tinha com a vítima. Eu ouvi ele por duas horas, mas queria ouvir mais, porque sou bastante detalhista”, disse Rafael Magalhães.
Ainda não há informações sobre a autoria e motivação da morte de Marcel. Contudo, a polícia trabalha com duas possibilidades.
“A gente investiga a relação do Marcel com tráfico de drogas e não descarta que a morte dele tenha sido causada por isso, mas também não deixamos de investigar a possibilidade de queima de arquivo. Ele seria ouvido pela gente mais uma vez sobre a morte do Leandro e era considerado uma das testemunhas chaves”, afirmou.
Com informações do Correio